
O valor é calculado tendo em conta os valores de referência usados pelos tribunais e seguradoras na arbitragem de acidentes de viação, os quais têm em conta o investimento na formação (educação, saúde, segurança social, etc.) e os ganhos de produtividade que o Estado deixou de ter com a morte prematura de um cidadão activo. A estas contas juntam-se os custos que o Estado tem com os feridos graves, que muitas vezes não recuperam completamente das lesões sofridas nos acidentes.
No entanto, ao número de mortos oficial - 858 -, ontem divulgado pela ANSR, há ainda que juntar a soma do factor de correcção de 14% atribuído pela União Europeia para contemplar o número de feridos graves, que morre nos hospitais nos 30 dias seguintes ao acidente de viação e que as contas portuguesas não contemplam. Assim, ao número oficial de vítimas mortais acrescem mais 433 - 14% dos 3090 feridos graves contabilizados em 2007. "A informação que temos em relação às vítimas que acabam por falecer nos hospitais não é fiável. Apenas temos um indicador, segundo um estudo que seguiu um milhão de internamentos e permitiu concluir por amostragem que 14% das vítimas de acidentes morreriam nos 30 dias seguintes", frisou o presidente da ANSR, admitindo também que estas são vítimas de acidentes não contabilizadas nos números oficiais. in DN
Nota: Quando a morte serve para estatisticas, P Q P quem tem a ousadia de ser desprovido de qualquer sensibilidade ou afim para assuntos de tamanha sensibilidade. Vão brincar com o "CARVALHO".
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Pois, o pessoal gosta de fazer estatísticas e apresentar números, reduzindo tudo a valores neste caso seria melhor os "gajos" que fizeram tal contabilidade estarem mas é sossegados...
04/01/08, 13:19Enviar um comentário