23 de fevereiro de 2010

Na Covilhã é Sempre a Subir.

A factura da água aumentou - Verificou? Comparou? Foi Informado(a) ?

É de facto motivo de revolta. Não sei se a imprensa escrita da nossa região irá dar destaque ao texto que envio como anexo. Daí a necessidade da maior divulgação possível.

Num Concelho com tanta água e num ano de tanta pluviosidade o que justifica os aumentos verificados na factura?

Só a ganância e o lucro fácil podem justificar aumentos de 8%. Aqui está um dos efeitos da venda de 49% da ADC a uma das empresas do grupo Somague que, lembre-se, também tem a concessão do tratamento das águas residuais (esgotos) - Águas da Serra e os silos do Pelourinho e shoping do Sporting - Parc C

(Quem administra a Covilhã ?????)

Quando lutámos contra a privatização tínhamos a noção de que iríamos pagar a água mais cara. Mas. nem todos perceberam isso. Contudo recolhemos 6.000 assinaturas contra o negócio. Apesar disso o Sr Pinto, utilizando a maioria PSD, concretizou o negócio.

Ficou com uns milhões de Euros para obras de utilidade e necessidade duvidosa e assim se renovam mandatos à custa da venda do património concelhio e do esforço da população que se traduz, neste caso, na factura de água.

É preciso e necessário informar e denunciar mais este "mete a mão no bolso" na população do Concelho quando "o cenário" montado pelo grande capital que nos desgoverna é o de congelamentos de salários e de reformas.

É necessário dizer ao Sr Pinto que já basta de atropelos e que já estamos fartos da sua politica municipal, assim como dos outros a nível nacional, de subjugação aos interesses dos privados lixando as populações.

Vitor Manuel Reis Silva, Eleito do PCP na Assembleia Municipal da Covilhã

Ainda e sobre o assunto AQUI.

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22 de fevereiro de 2010

Quem é Fernando Nobre ?

Fernando Nobre: "Não vejo o que impede uma coligação de Governo"

Médico e fundador da Assistência Médica Internacional, Fernando Nobre aventura-se agora na política. Aqui fica a primeira entrevista, dada horas antes de anunciar publicamente a sua candidatura a Presidente da República.

A sua candidatura é bastante surpreendente - até para si?
Posso confessar que eu não pensava nisso há um ano, quando me começaram a surgir mensagens e telefonemas. À medida que foram surgindo esses contactos, fui falar com as pessoas - primeiro falei com pessoas responsáveis e credíveis, todas fora da política, mais ligadas ao meio empresarial, das artes e jornalístico. E as coisas começaram a tomar forma. Depois, ouvir muitas personalidades, no arco que vai do CDS ao PCP. Surpreendente? Sim. Isso não estava nos meus planos, de todo.

Quando se consolidou essa possibilidade?
Há dois, três meses. A situação do país, que se tem vindo a deteriorar no último ano, talvez tenha tido alguma aceleração, ao nível da taxa de desemprego, do endividamento externo, do défice... E eu comecei a pensar porque é que do pilar da cidadania, ao qual sempre pertenci, não se ergue alguém. Entendi que após tanto ter criticado, para ser coerente comigo próprio, tinha chegado o momento em que há que correr um risco.

Que risco? Ter um mau resultado?
Não. O risco de muita gente não compreender porque é que um humanista e humanitário a partir de certo momento entende dever entrar num processo que à partida não era o seu. Mas entendo que, na situação em que o país está, ou damos todos as mãos e acreditamos que ainda é possível, ou vamos aceitar que continuem a sair do nosso país cem novos licenciados por mês e que um novo fluxo emigratório esteja em curso.

Mas acha que o PR pode mudar isso?

Não. O PR, pelos poderes que a Constituição lhe confere (se eu consegui ler tratados de medicina, também consigo ler a Constituição, mas ainda bem que há um Tribunal Constitucional), pelo exemplo, pelo incentivo, pode ser determinante.


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19 de fevereiro de 2010

Boys, Bois, Encornados e os Cornudos...

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Finta ou Drible...

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12 de fevereiro de 2010

Os Cornos na Politica...

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Black Eyed Peas no Estádio Nacional


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11 de fevereiro de 2010

Amanhã vamos ter 2ª e 3ª Edição.

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Chegou El Rei D.Sebastião...

Paulo Rangel anuncia a sua candidatura à liderança do PSD com o objectivo de "libertar o futuro". O agudizar da crise financeira e social e a "degradação acelerada do executivo" levaram Paulo Rangel a avançar com a candidatura.

Para o eurodeputado Portugal vive "circunstâncias excepcionais e dramáticas" em que a confiança se tem vido a degradar.
Numa clara alusão às notícias dos últimos dias, Paulo Rangel diz que "até o poder judicial vive tempos de desgaste continuado suscitando cada vez menos confiança no povo".
Uma candidatura de "ruptura", acusando o PS de ter comprometido o futuro do país. "Não basta mudar, é preciso romper", afirmou Paulo
Rangel. Romper na área da justiça, da educação e do equilíbrio social.
Paulo Rangel evocou a história do PSD, afirmando que esta se fez "do chamamento de gerações capazes de provocar a ruptura.
O PSD é o partido da ruptura em Portugal".
Rangel diz que "o primeiro objectivo de um governo de ruptura só pode ser um: criar condições para libertar o futuro dos encargos até aqui contraídos".
O eurodeputado quer uma plataforma nacional “para todos os que acreditam que é possível lavar a honra da nossa democracia”.
"Aquilo de que o país e o PSD mais precisam é da afirmação desassombrada de ideias claras e precisas de quem fala sem medo das palavras e sem receios", disse Rangel. Paulo Rangel foi eleito nas últimas eleições europeias pelo PSD, estando agora a trabalhar no Parlamento Europeu, em Bruxelas. Rangel junta-se assim a Pedro Passos Coelho e Castanheira Barros na corrida à liderança do partido.
O PSD reúne-se esta sexta-feira em Conselho Nacional do partido.

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Economia Portuguesa

Défice português nas primeiras páginas dos jornais norte-americanos

Portugal ocupa cada vez mais espaço na imprensa internacional, mas não pelos melhores motivos. O estado das contas públicas portuguesas preocupa os mercados e os grandes jornais norte-americanos têm estado atentos. O Washington Post e o New York Times são dois dos grandes jornais que têm dedicado a Portugal mais espaço do que o habitual. O estado das contas públicas dos países do sul da Europa - nomeadamente Espanha, Portugal, Irlanda e Grécia - têm agitado os mercados mundiais e aumentado o receio de que a economia europeia não recupere como é esperado.

Uma repórter do New York Times veio mesmo até Lisboa, onde entrevistou José Sócrates e tentou perceber de que forma Portugal está a lutar contra o défice. "Sócrates, um homem que se veste elegantemente com uma face aberta e expressiva e que sublinha os seus pontos de vista com gestos teatrais, pareceu ao mesmo tempo profundamente preocupado com a gravidade dos problemas do seu país mas misteriosamente rejeitando as estatísticas da União Europeia," escreveu Rachel Donadio, num artigo intitulado "A Europa observa enquanto a economia de Portugal luta em dificuldades". A repórter do New York Times refere ainda que "Sócrates rejeitou a noção de que Portugal está atrasado em relação à produtividade e proficiência laboral dos seus parceiros na União Europeia". O Washington Post também já colocou Portugal nas manchetes, referindo que a oposição pode estar a afectar o trabalho do governo na recuperação económica do país. "Entidades oficiais portuguesas prometeram cortar os gastos. Contudo, legisladores da oposição fizeram aprovar uma controversa lei com dezenas de milhões de euros para as ilhas dos Açores e Madeira, algo que o ministro das Finanças do país descreveu abertamente como podendo ter 'consequências graves' para as contas públicas de Portugal", escreveu Anthony Faiola.

O repórter compara ainda as crises dos países europeus com as que se viveram na América Latina e na Ásia no ano passado. Mallaby refere também as reduções orçamentais obrigatórias da Europa e as prováveis consequências disso na economia mundial.

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5 de fevereiro de 2010

Selecção Nacional vai estagiar na Covilhã

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1 de fevereiro de 2010

Mário Crespo denuncia conversas hostis do Governo

Mário Crespo denunciou hoje, num artigo que se encontra publicado no site do Instituto Francisco Sá Carneiro, ter sido alvo de conversas hostis por parte de três membros do Governo, de José Sócrates, Jorge Lacão e Silva Pereira. De acordo com uma nota divulgada no site do Instituto Francisco Sá Carneiro, este artigo foi originalmente redigido para ser publicado hoje na imprensa. José Manuel Fernandes, ex-director do Público, publicou hoje no Facebook que este era um artigo para ter saído no Jornal de Noticias, mas o director não deixou. José Manuel Fernandes disse ainda que garantiu ter confirmado esta informação. Aqui


O Fim da Linha

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.


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29 de janeiro de 2010

Não ha muito tempo era assim...


Mudam-se os tempos...

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28 de janeiro de 2010

Cada um vende o que têm

«Carne de porco é melhor que Viagra»

Cristina Kirchner, Presidente da Argentina, afirmou durante um encontro com produtores de carne suína, no seu país, que «a carne de porco é melhor do que Viagra». A afirmação provocou gargalhada geral entre os presentes, escreve a «BBC».

«Comer carne de porco melhora a actividade sexual. Eu acho que é muito melhor comer porco assado do que tomar Viagra. Sou fã da carne de porco e não estou a dizer isto só para ficar bem e fazer propaganda», acrescentou.


Por ca:

«O nosso primeiro-ministro transformou-se num promotor de negócios extraordinário. Esta semana ele foi a uma cimeira internacional e foi apresentar um computador da empresa JP Sá Couto», disse o líder do Bloco de Esquerda durante uma conferência no Barreiro, Lisboa, para discutir a crise financeira internacional.

«Eu fico satisfeito porque a JP Sá Couto não produz aspiradores nem enciclopédias, porque se fosse assim nós talvez tivéssemos a angústia ou o incómodo de ter o nosso primeiro-ministro a utilizar a atenção de presidentes dos países da América Latina para lhes vender um aspirador ou uma enciclopédia. O primeiro-ministro de Portugal não é um agente comercial», criticou Francisco Louçã, perante uma plateia que não conseguiu controlar o riso.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro, José Sócrates, fez da sua primeira intervenção na Cimeira Ibero-Americana «um momento de promoção» do computador Magalhães, presente na mesa de trabalho dos 22 Chefes de Estado e de Governo.


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